O Departamento de Biologia da Escola de Ciências da UMinho (ECUM) juntou, entre os dias 19 e 30 de maio, 24 estudantes (23 em mobilidade Erasmus) das universidades do Minho, Wroclaw (Polónia), Vigo (Espanha) e Piemonte Oriental (Itália) e investigadores da academia minhota, da Université Claude Bernard Lyon I (França), da Universidad del País Vasco (Espanha) e da Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa, num curso europeu intensivo.
O Blended Intensive Programme (BIP), intitulado One Health Approach to Host-Fungus Interactions and Virulence, foi coordenado por Ana Paula Sampaio com a participação de Ricardo Franco Duarte, do Centro de Biologia Molecular e Ambiental (CBMA), decorreu em formato híbrido (presencial e online) e incluiu seminários, sessões práticas e atividades culturais com destaque para a participação na Braga Romana.
Com o objetivo de promover uma aprendizagem inovadora e colaborativa, cruzando diferentes áreas científicas e culturas académicas na abordagem de desafios globais, através da metodologia de ensino por projetos, o BIP focou-se na “urgência de compreender e combater as infeções fúngicas, à luz do conceito ‘Uma Só Saúde’, que integra os impactos das alterações climáticas na emergência e disseminação destes agentes patogénicos”, explicou Ana Paula Sampaio.
Na ordem do dia, a importância do tema tem sido reforçada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que publicou recentemente uma lista de patógenos fúngicos prioritários (WHO Fungal Priority Pathogens List -FPPL), onde alerta para a resistência crescente aos antifúngicos, com consequências graves para a saúde e para os sistemas de produção alimentar. “Estes agentes patogénicos afetam especialmente indivíduos imunocomprometidos, desestabilizam ecossistemas e colocam em risco a segurança alimentar”, sublinhou a investigadora.
Entre os temas debatidos, destacaram-se o impacto das alterações climáticas na propagação de infeções fúngicas, a resistência antifúngica e a aplicação do conceito One Health como estratégia integrada de resposta. O curso foi creditado pela ECUM, que assumiu também um papel promotor, através da participação dos docentes Ana Paula Sampaio, Hernâni Gerós e dos investigadores Ricardo Franco Duarte e Faezeh Ghasemi.
Este BIP reafirma o compromisso da UMinho com a internacionalização, a formação interdisciplinar e a resposta científica aos problemas emergentes do nosso tempo.
Com o objetivo de promover uma aprendizagem inovadora e colaborativa, cruzando diferentes áreas científicas e culturas académicas na abordagem de desafios globais, através da metodologia de ensino por projetos, o BIP focou-se na “urgência de compreender e combater as infeções fúngicas, à luz do conceito ‘Uma Só Saúde’, que integra os impactos das alterações climáticas na emergência e disseminação destes agentes patogénicos”, explicou Ana Paula Sampaio.
Na ordem do dia, a importância do tema tem sido reforçada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que publicou recentemente uma lista de patógenos fúngicos prioritários (WHO Fungal Priority Pathogens List -FPPL), onde alerta para a resistência crescente aos antifúngicos, com consequências graves para a saúde e para os sistemas de produção alimentar. “Estes agentes patogénicos afetam especialmente indivíduos imunocomprometidos, desestabilizam ecossistemas e colocam em risco a segurança alimentar”, sublinhou a investigadora.
Entre os temas debatidos, destacaram-se o impacto das alterações climáticas na propagação de infeções fúngicas, a resistência antifúngica e a aplicação do conceito One Health como estratégia integrada de resposta. O curso foi creditado pela ECUM, que assumiu também um papel promotor, através da participação dos docentes Ana Paula Sampaio, Hernâni Gerós e dos investigadores Ricardo Franco Duarte e Faezeh Ghasemi.
Este BIP reafirma o compromisso da UMinho com a internacionalização, a formação interdisciplinar e a resposta científica aos problemas emergentes do nosso tempo.




