Rui Oliveira é co-autor do artigo publicado na Nature Protocols, intitulado: Measuring DNA modifications with the comet assay: a compendium of protocols.Em 11 lugar encontramos "Métodos convencionais em microbiologia", escrito por Margarida Casal, Dorit Schuller, Georgina Rodrigues e Célia Pais. E em 13 lugar está "Biologia molecular I: protocolos das aulas práticas", da autoria de Rui Oliveira.
O ensaio cometa é um método versátil para detectar danos ao DNA nuclear em células eucarióticas individuais, de leveduras a humanos. Os tipos de danos detectados abrangem quebras de fitas de DNA e sítios alcalino-lábeis (por exemplo, sítios apurínicos/apirimidianos), nucleobases alquiladas e oxidadas, ligações cruzadas DNA-DNA, dímeros de pirimidina ciclobutano induzidos por UV e alguns adutos de DNA quimicamente induzidos. Dependendo do tipo de amostra, há modificações importantes no protocolo de ensaio de cometas para evitar a formação de danos adicionais ao DNA durante o processamento de amostras e para garantir sensibilidade suficiente para detectar diferenças nos níveis de dano entre os grupos de amostras. Várias aplicações do ensaio cometa foram validadas por grupos de pesquisa na academia, indústria e agências reguladoras, e seus pontos fortes são destacados pela adoção do ensaio cometa como um teste in vivo para genotoxicidade em órgãos animais pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico. O presente documento inclui uma série de protocolos de consenso que descrevem a aplicação do ensaio cometa a uma ampla variedade de tipos de células, espécies e tipos de danos ao DNA, demonstrando assim sua versatilidade.